No poema “A LOUCURA DAS PESSOAS”, Adison do Amaral confronta a crise moral, denuncia a “societas perversa” e convoca a juventude a substituir o homem‑banana pelo Homem‑Brasil, à luz de Deus, da ciência e da responsabilidade espiritual.
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Há uma frase atribuída a Isaac Newton que Adison do Amaral transforma em ponto de partida e diagnóstico de época:
“Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestes, mas não a loucura das pessoas.”
Do lado de cá do século XXI, cercados por crises morais, sociais e espirituais, a sentença ganha cor local. Em A loucura das pessoas, obra recente de Adison do Amaral, não estamos diante de um mero exercício erudito de versificação; estamos diante de um libelo contra a corrosão ética, um grito pedagógico e, sobretudo, um chamado à reconstrução do caráter nacional.
A proposta do autor é explícita já no início:
“Nossa luta é desconstruir o homem-banana /
E criar nova criatura o Homem-Brasil.”
Entre a ironia e a dor, entre a denúncia e o desejo de transformação, Adison oferece mais do que poesia: oferece uma espécie de liturgia laica‑espiritual para uma juventude que ele escolheu como destinatária privilegiada de sua vida e de sua obra.
Um poeta na contramão da “societas perversa”
Adison do Amaral escreve com a serenidade de quem viu quase um século de história e com a indignação de quem se recusa a naturalizar a decadência. Sua crítica central mira uma sociedade (“societas perversa”, como ele a qualifica) que:
- corrompe, em vez de educar
- desvia, em vez de orientar
- anestesia, em vez de despertar
Ele alerta para a “gente encabrestada, vil”, que “intercepta o celeste amor aos seres” e distorce o “Ens Affectus”, essa força afetiva e espiritual que, na visão do autor, deveria alinhar o humano à ordem maior da Criação.
Não se trata de moralismo superficial. O que está em jogo é uma crítica à inversão de valores: a sociedade que transforma o vício em normalidade, a esperteza em virtude, a corrupção em método, o egoísmo em regra de sobrevivência. Para Adison, isso não é apenas erro político: é traição espiritual.
Deus, ciência e o escândalo da razão que esquece o sagrado
Um dos pontos mais poderosos – e intelectualmente interessantes – da obra é a costura entre teologia, filosofia e ciência moderna. Adison convoca nomes que não costumam habitar a conversa cotidiana da juventude:
- Linné, o Pai da História Natural
- Kepler, o Pai da Astronomia Moderna
- Newton, o Pai da Física Moderna
- Einstein, o gênio da Relatividade
- Teilhard de Chardin, o filósofo de um Deus-Ômega
- Santo Tomás de Aquino, o Doutor Angélico
- Louis Pasteur, derrubando a geração espontânea
Todos aparecem não como ornamento erudito, mas como testemunhas de que a inteligência humana, em seu auge, não exclui Deus – ao contrário, se espanta diante da evidência de uma ordem que transcende o acaso.
A provocação é direta: se alguns dos maiores gênios da história reconheceram um princípio inteligente, uma causa primeira, uma ordem no Universo, como justificar o orgulho raso de uma humanidade que se comporta como se Deus fosse irrelevante – ou, pior, inexistente?
Adison sintetiza essa contradição com um golpe seco:
“O homem capacitado para resolver a problemática do mundo, hoje é o problema. Isto é, o homem louco: sem Deus, a besta-fera, cujo pasto é a família, a sociedade, os tesouros da Nação…”
A juventude na linha de frente: APJ e responsabilidade espiritual
Não é por acaso que este texto nasce no contexto da Ação Paramaçônica Juvenil (APJ/GOB), projeto do qual Adison é um dos grandes formuladores intelectuais. Ele fala diretamente aos jovens, e não apenas como professor de poética, mas como mestre de vida.
A mensagem é clara: a Terra não é uma “colônia de férias”. No lugar da cultura do entretenimento vazio, da busca desenfreada por poder e riqueza, o autor propõe outra agenda:
- aquisição de valores éticos e morais
- cultivo do belo, do verdadeiro e do bom
- consciência de que a vida é uma experiência de responsabilidade, não de fuga
Ele lembra que, ao fim da jornada terrestre, pouca coisa nos pertence de fato. Não levaremos bens materiais, prestígio ou cargos. O que permanece, na sua visão, é:
- o bem que fizemos
- a consciência ético-moral que construímos
- o amor à verdade, à beleza e a Deus
Tudo o mais se dissolve. Essa é a contracorrente que ele oferece aos jovens apejotistas: ser, em vez de apenas ter.
A física quântica, as relações humanas e o “Homem-Brasil”
Um dos pontos mais atuais da obra é o diálogo com a linguagem da Física Quântica. Adison recupera, em linguagem acessível, a ideia de que tudo é vibração, tudo está interligado – não apenas metaforicamente, mas de modo profundo.
Se estamos conectados, o que somos influencia o que o outro é. Cada ato ético ou antiético, cada pensamento elevado ou mesquinho, cada escolha moral ou imoral, repercute além do indivíduo que a pratica.
Daí a urgência de abandonar a figura do “homem-banana” – frágil, manipulável, sem eixo – e formar o Homem‑Brasil, expressão cara a Adison: um ser humano consciente de sua responsabilidade perante a pátria, a família, a sociedade e Deus.
Uma obra que não pede aplauso: pede postura
A loucura das pessoas não é um texto confortável. Ele cobra, confronta, aponta incoerências. Lembra que:
- riqueza material não é objetivo precípuo da vida
- o Brasil vive “à beira do Apocalipse” moral
- o tempo presente exige menos autopromoção e mais compromisso
Ao mesmo tempo, é uma obra profundamente esperançosa. Adison não acredita em fatalismo. Acredita em decisão moral, em formação de consciência e, sobretudo, em juventude preparada para o Brasil – expressão que ele insiste em repetir ao longo de seus escritos.
A pergunta que fica ao leitor, especialmente ao jovem, é simples e dura:
em qual lado da história você quer estar – no da loucura das pessoas ou no da lucidez de quem busca ser Homem‑Brasil?
Por que essa obra importa agora
Num país em que escândalos se sucedem, em que a desinformação corre mais rápido que o bom senso, em que o cinismo tenta se impor como inteligência, uma obra como A loucura das pessoas é incômoda – e por isso mesmo necessária.
Ela devolve à palavra “virtude” um sentido esquecido; recoloca Deus, ética, responsabilidade e Brasil na mesma frase; e lembra que:
- não há projeto de nação sem projeto de pessoa
- não há cidadania verdadeira sem consciência espiritual
- não há futuro digno sem compromisso com o bem comum
Adison do Amaral fala como quem viu muito, estudou muito e crê profundamente que é possível fazer diferente. Sua obra não é um sermão moralista; é um convite à lucidez.
Obra na íntegra
A seguir, publicamos o texto completo de A LOUCURA DAS PESSOAS, de Adison do Amaral, tal como concebido pelo autor, com suas notas, referências e explicações, preservando rigorosamente estrutura, vocabulário e intencionalidade.
Obra Original
A LOUCURA DAS PESSOAS
“Eu consigo calcular o movimento dos corpos celestes,
mas não a loucura das pessoas”. Isaac Newton, considerado
Pai da Física moderna.
Nossa luta é desconstruir o homem-banana
e criar nova criatura o Homem-Brasil.
De todos tendes dó… mas vigiai vossos filhos
crescendo em parte de uma “societas”¹ perversa,
corruptora, entreguista, venal, diversa
da ordenança ético-moral – e empecilho
é; gente encabrestada, vil, e que intercepta
o celeste amor aos seres – e é o desvio
do “Ens Affectus”² que ordenou com do prumo o fio
a ordem e a maior precisão de grandeza épica,
vérsica linda, que a grã galáxia³ espelha;
glórias cantam-Lhe as estrelinhas⁴ dos céus,
porque é ELE que tudo Cria, o nosso Deus,
e alimenta e governa, e a Sua “mão” revela;
que o genial Lineau⁵ se extasiou ao vê-la:
Quando acordei o Senhor Deus, havia passado,
mas não Lhe vi a face, vi a obra mais bela,
Sua grandeza, sabedoria e potentado,
impressa na linda e portentosa natura!
Ama o divinal brinde posto em formosura
e perfeição a retratar-Lhe em toda parte
a divinal presença, a glória e Sua arte.
Adison do Amaral
ESCLARECIMENTOS
¹ Etimologia. A origem da palavra “sociedade” vem do latim societas, empregada em razão de licença só permitida a quem escreve versos, in casu, por exigência métrica, existindo em societas, no texto de A LOUCURA DAS PESSOAS, uma sinérese intravocabular, transformando o hiato de quatro sílabas em três: de ci‑e, em ditongo, figurando como uma sílaba que no alfabeto fonético se escreve cye, mas se lê com entonação normal.
Há outras licenças aplicadas; existem mais de uma dezena de licenças poéticas.
Conforme consta dos cerimoniais, a AÇÃO PARAMAÇÔNICA JUVENIL – APJ/GOB, criada no Brasil em 1983, brasileira legítima, tem três níveis de aperfeiçoamento:
- Nível I – Lumem Probitatis et Virtutis – o jovem perante a escola e a família;
- Nível II – Perfector – o jovem perante o Brasil. O Brasil ainda não foi descoberto afetivamente pela maioria dos brasileiros;
- Nível III – Hierofante – o jovem perante Deus.
É considerada em dois livros de História publicados pelo próprio Grande Oriente do Brasil “A MÁXIMA OBRA SOCIAL MAÇÔNICA CONTEMPORÂNEA”, em um deles citada 31 vezes (Castelanni, Hist. do GOB, p. 326), e cognominada “O PROJETO MAÇÔNICO DO SÉCULO”.
A APJ/GOB não cobra valor algum monetário; é um serviço prestado ao Brasil.
A seguir, alguns trechos da liturgia do Apejotismo Nível III – HIEROFANTE DA APJ/GOB (legitimamente brasileira), preparando jovens para o Brasil:
2 – JOÃO, I Epístola, Cap. 4, vers. 8: “[…] Deus é amor” (Ens Affectus).
3 – VOLTAIRE, François Marie Arouet, genial iluminista francês, Maçom, disse:
“L’Univers m’embarrasse, et je ne puis songer /
Que cette horloge marche et n’ait point d’horloger”.
Disse mais:
“L’ordre de l’univers atteste sa puissance /
Tout annonce de Dieu l’éternelle existence”.
O Universo me embaraça, e eu sonhar não posso
que este relógio existe sem o relojoeiro.
Disse mais:
A ordem do Universo atesta o seu poderio;
[…] Tudo anuncia de Deus a eterna existência.
4 – Segundo os astrônomos (astrofísicos): em uma galáxia, como na que está inserido o Sol, a Via Láctea, existem 300 a 400 bilhões de sóis e um trilhão de planetas, e existem 400 a 500 bilhões de galáxias no Universo…
A mente humana não alcança tanta grandeza.
5 – Referência à transcendente Música, ouvida pelos iniciados no Terceiro Grau da Escola de Mistérios do Antigo Egito, o ápice do conhecimento secreto e da sabedoria. Ao desprender‑se do corpo deitado no sarcófago da Câmara do Rei da Pirâmide de Quéops, para onde fora conduzido pelos sacerdotes, a altas horas da noite, sob archotes, após três dias de jejum, via, no mundo metafísico, acompanhado de Osíris, a fascinante perfeição dos movimentos dos sóis e dos planetas no Universo, ouvindo a Música das Esferas. Por isso, no mito Orfeu, o iniciado no Antigo Egito preferiu morrer, depois de ver o mundo superior, do que se deixar seduzir pelas Bacantes e se corromper.
6 – LINEAU, Carl Von, Pai da Moderna História Natural, segundo Rousseau “o maior homem do mundo”, autor da monumental obra Systema Naturae, declarou com o peso de sua genialidade:
Quando despertei, o Deus eterno, o Deus sapientíssimo e onipotente, havia passado. Não vi Sua face, mas o reflexo da Sua luz encheu de espanto a minha alma. Estudei os vestígios de Sua passagem nas criaturas: em todas as suas obras, mesmo nas menores, que força, que sabedoria, que insuperável perfeição.
6.1 – KEPLER, Johannes, Pai da Astronomia Moderna, autor de Astronomia Nova, De Motibus Stellae Martis, também pronunciou‑se:
“[…] Experimentei no êxtase que me elevou à contemplação da obra de Vossas Mãos. Proclamei diante dos homens a grandeza das vossas obras, mostrando‑lhes, na medida da minha capacidade, a vossa infinita perfeição e sabedoria”.
6.2 – NEWTON, Sir Isaac, Pai da Física Moderna, em cujo pedestal de sua estátua no Trinity College diz que sua genialidade ultrapassou o gênero humano. Em Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (Princípios Matemáticos da Filosofia Natural) formulou as leis do movimento e da gravitação universal.
Isaac Newton não esqueceu de recomendar a prática do bem. E, instado a apresentar uma prova da existência de Deus, apontava o firmamento e respondia com uma única palavra:
“VEDE!”
Sir Isaac deu início à Ciência Moderna, acreditava em Deus; considerado um gênio da Física, suas teorias contribuíram para o conhecimento da Mecânica, da Óptica e da Gravidade, refinadas pelas teorias einsteinianas.
São de Isaac Newton, entre muitas célebres, as frases seguintes:
“Vi mais longe […]”;
“O que sabemos é uma gota, o que ignoramos é um oceano.”
“Fiz meu cálculo e vi que Deus existe.”
Referindo‑se ao Sistema Solar:
“Este sistema perfeito só pode vir de um ser inteligente e poderoso.”
E o Homo sapiens, espécie humana, Obra‑Prima da Criação?! O nada saberia criar, com células especiais para o cérebro, a visão, a audição e outras partes do organismo humano, inclusive a formação de uma unidade na diversidade, preparada para ser dirigida pelo Espírito e a espécie auto‑reproduzir‑se?!…
Semelhantemente ao carro dirigido pelo chauffeur: sem o motorista o carro fica estacionado, e quando o carro não funciona mais, ou sem gasolina, o chauffeur sai dele.
6.3 – EINSTEIN, considerado o maior gênio do século XX, autor da Teoria da Relatividade Restrita (1905) e da Teoria Geral da Relatividade (1915), tão profundas e que exigem tanto conhecimento que poucas pessoas têm acesso, relatou, em livro escrito por seu genro, “ter visto o Universo funcionando de fora dele”; acreditava também em Deus e disse:
“O Universo é incompreensível sem Deus.”
6.4 – CHARDIN, Pierre Teilhard, filósofo, assim se referiu:
Desde Aristóteles nunca se deixou de construir os “modelos”, segundo o tipo do Primeiro Motor, agindo a retro. Já não é fisicamente possível conceber ou adorar outra coisa que não seja o Deus, Primeiro Motor ab ante. Só um Deus funcional e totalmente Ômega pode doravante nos satisfazer.
6.5 – SANTO TOMÁS DE AQUINO, Doutor Angélico, com participação da sabedoria do filósofo Aristóteles, sobre a Existência de Deus na Summa Theologiae, que contém cerca de 4.800 páginas em latim clássico e 1,5 milhão de palavras, nas quais, entre outras proposições verdadeiras, enunciou:
- a primeira via, que trata do movimento ou do Primeiro Motor;
- a segunda, da Causa Eficiente;
- a terceira, da Contingência;
- a quarta, dos Graus do Ser (sobre a beleza);
- e a quinta, a Ordem no Mundo.
Cinco vias de acesso à Existência de Deus. Citaremos aqui a segunda, que se refere à Causalidade Eficiente:
NENHUMA COISA PODE SER CAUSA EFICIENTE DE SI MESMA,
ISTO É, CRIAR A SI PRÓPRIA, PORQUE TERIA DE EXISTIR
ANTES DE EXISTIR,
isto é, sendo nada, pensar, ter supremo poder e sabedoria (contradições evidentes).
Daí também a assertiva de René Descartes: “Cogito, ergo sum” – penso, logo existo. Mas ser vivo provém de Ser Vivo.
6.6 – LOUIS PASTEUR, grande cientista francês, na Sorbonne, Paris, 1864, demonstrou a impossibilidade da geração espontânea ou da abiogênese. Logo, Omne vivum ex vivo. O que vive provém de “Ser Vivo”, isto é, do Sapientíssimo e Onipotente Ser a que chamamos DEUS!
Está claro, Jovens Apejotistas?!
Logo, se houve um tempo em que não existíamos, nem o Universo, tudo deveria ainda não existir, como há trilhões de anos; mas, se existe um “Ente” Sapientíssimo e Onipotente, em dado tempo criou o Cosmos (galáxias, sóis, planetas, natureza e os seres que o habitam). Os cientistas descobriram até a data da Criação do Senhor Deus, que se deu há 13,7 a 14 bilhões de anos, e a datação da Terra de 4,5 a 4,54 bilhões de anos.
Deus “É” transcendente e imanente, criou a Terra, o corpo humano, a alma, a natureza, o Universo (as galáxias); cria, alimenta, governa, e deu o livre‑arbítrio às humanas criaturas.
O homem, capacitado para resolver a problemática do mundo, hoje é o problema. Isto é, o homem louco: sem Deus, a besta‑fera, cujo pasto é a família, a sociedade, os tesouros da Nação…
ISAAC NEWTON TINHA RAZÃO!
Grande parte da humanidade anda esquecida de que, de uma vida tão curta, pode‑se levar daqui para a Eternidade, ou à Espiritualidade Superior, verdadeiros tesouros: a consciência ético‑moral adquirida, o bem que se fizer aos companheiros de jornada terrestre e o sentimento enriquecido pelo conhecimento da verdade, do bom e do belo, conquistas do Espírito não alcançáveis pela mão do homem, nem pela morte.
Tudo isso que foi dito para os sábios é evidente, axiomático, como vimos nas transcrições acima. A Filosofia diz que “La preuve est le fondement de la certitude” (a evidência é o fundamento da certeza). Também é “o fulgor da verdade” (sacerdote e filósofo Régis Jolivet).
Por tudo isso, é claro: a Terra não é uma ociosa colônia de férias, cheia de risos, folguedos infantis e irresponsáveis. É um campo axiológico que implica na aquisição de valores morais, éticos, estéticos e espirituais; presumo – não, é da Física Quântica a premissa, o axioma: vibramos e estamos ligados uns aos outros, a todos os seres e coisas do Universo, inclusive e mais evidentemente ao Criador. Logo, o que somos influi no que o outro é; no sociograma de uma reunião de 30 pessoas registram‑se 900 inter‑relações, e há – não se espante, é verdade – o fluido etéreo cósmico une todas as partes do Universo. Logo, vós também.
Resumindo: se Deus fez tudo, que é vosso?!… Vosso, só o bem que fizerdes em pensamentos e atos; ter consciência ético‑moral, da verdade, do bom e do belo que adquirirdes; estes os tesouros que as mãos dos homens não alcançarão nunca, nem a morte.
É o que vindes aqui fazer!…
Adison do Amaral
05/04/2026.
Não vindes aqui para ficar ricos de bens materiais, nem de poder conquistado a qualquer custo; isso até pode acontecer normalmente pelo trabalho persistente, porém não é o objetivo precípuo da sua vida na presente jornada terrestre, à beira do Apocalipse.
NOTA FINAL. Imanente não implica panteísmo em nosso conceito. Tudo é vibração (ou são ondas) na vida, Apejotistas, que pode destruir pontes, limpar o Golfo do México do óleo vazado de um navio; – as vibrações do pensamento, por exemplo, alcançam distâncias imensas, quase infinitas, em todas as direções; se benéficas forem, atrairão anjos sobre vós; e, se de mentiras, ou maléficas forem?!…
Quanto possível for: pensai e fazei o Bem, mas não vos esqueçais: ele também é a Verdade; e, se a verdade incomoda outras pessoas, o problema não é vosso, é delas.
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